domingo, 3 de outubro de 2010

Epístola Com Destinatário Proeminente - Dante.

"Eu desejo morrer e ser enterrado em um grande campo onde pessoas sem alma vagam quase nulas de pensamentos insanos e procrastinações vespertinas. Sou o pecado, eu flutuo de costas para que não me afogue em perfídias abstratas. Sou o funesto ato de pedir perdão, eu bóio no mar de luxúria para que não seja confundido pela aleivosia – embora eu seja, embora o faça, embora ainda respire." - Dante.


Não lhe causarei a morte se tua passagem pelo mundo dos suicidas for dolosa o bastante a ponto de entenderes o sentido da sua própria negligência existencial. Conflitos internos que desfloram virgens inocentes de intelecto nada moral, compartilhando gemidos de prazer e gozo de felicidade quando assim são chamadas de vadias. Sua vida foi um exemplo para o mais baixo dos rótulos que a massa ignorante faz diante das pessoas sádicas. Nada dá para se fazer em cinco segundo de existência - nem mesmo amar. Seu cérebro cansado de todas as atrocidades, que cometera durante sua continua respiração constante, foram vendidas em lotes onde navegantes do mercado capitalista investiram em ações, como fazem com a vida de todos os outros condenados que destinam o mesmo lugar em comum.

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