sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Um poema soprado de uma fada e declamado a um anjo.

Como uma silhueta decifrada
Segurei-a firme pela leve cintura
E girei-a no ar
Ela corava, como uma rosa
E se ria, indefesa
Quando, com gosto profundo
Embebia-me no tão doce, cálido
E tépido odor de sedas claras
Que rescindia do teu fresco regaço!

Nenhum comentário:

Postar um comentário